1º ESQUADRÃO DE HELICÓPTEROS ANTI-SUBMARINO
HS-1

“AD ASPERA PER ASPERA”
DESCRIÇÃO HERÁLDICA

 

Num escudo boleado e encimado pela coroa naval, em campo de azul com bordadura de ouro, âncora de prata superposta por duplo par invertido de asas estendidas, de ouro, unidas pelas partes inferiores das extremidades opostas às respectivas penas e passadas em aspa; no chefe de vermelho, capacete de guerreiro romano, em plumado, de prata, tendo brocante tridente, de ouro, em banda, apontado para baixo.
     No campo azul com bordadura de ouro, simbólico do emprego dos helicópteros no céu de nossa Amazônia Azul, o duplo par invertido de asas estendidas, em aspas, a eles se reporta, sendo sua vinculação a Marinha traduzida pela ancora de prata.
     No chefe de vermelho, esmalte por excelência das virtudes guerreiras, o capacete do guerreiro romano e o tridente aludem às características do Esquadrão em apreço na deteção e destruição dos submarinos inimigos.


HISTÓRICO

Criado pelo Decreto n.º 55.627 de 26 de janeiro de 1965, o Primeiro Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino (HS-1), foi ativado e teve suas atividades regulamentadas pelo Aviso n.º 0830 de 28 de maio de 1965
     Localizado na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia e Subordinado ao Comando da Força Aeronaval, tem como missão principal prover os meios aéreos e tripulações para detectar, localizar, acompanhar e atacar a submarinos e alvos de superfície, a fim de contribuir para a proteção de nossas Forças Navais.
     Alem de sua missão principal, o HS-1 pode ser utilizado em outras tarefas secundárias tais como: evacuação aeromédica, busca e salvamento, transporte aéreo logístico, lançamento de pára-quedista, entre outras.


A PRIMEIRA BOLACHA


A primeira bolacha do Esquadrão HS-1 foi criada pela Força Aérea Brasileira (FAB) e modificada pela Marinha do Brasil (MB) por ocasião do recebimento dos antigos SIKORSKY SH-34J e utilizada até a aquisição dos SH-3D, onde um Anujá (pequeno pássaro amazônico, da família do Martim Pescador) estilizado outrora utilizando um bibico da FAB, foi substituído por um caxangá de marinheiro, representando as atividades no mar, e era equipado com fones, sonar e rede fazendo alusão à detecção, localização e aquisição de alvos submarinos.


A BOLACHA DO GUERREIRO

O emblema do Guerreiro foi concebido para distinguir os militares do Esquadrão HS-1, representando o espírito de luta e a vontade de vencer daqueles que têm a honra de pertencer a seleta casta que compõe a tripulação deste Esquadrão.
     Foi idealizada apondo-se sobre o branco da paz, a coroa azul ondulada representativa do mar, sobre o qual opera a "Comunidade dos Guerreiros" da Marinha do Brasil, representados pela Coroa Naval, do Elmo que os protege e do Tridente, sua arma fatal


A BOLACHA DA CORUJA

Representa a aquisição da Visão Noturna para os militares que galgarem a sonhada qualificação de vôos ASW Noturno.



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